quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Tudo sobre o Katakana: Escrita Japonesa

Katakana
カタカナ
O  (片仮名, katakana) é um dos silabários empregados na escrita japonesa junto com ohiragana. Se atribui sua invenção ao monge Kukai o Kobo Daishi. Também se pode empregar katakana para referir-se a qualquer caractere do hiragana. Quando se refere ao conjunto de silabários hiragana e katakana se refere como kana. Dos alfabetos japoneses, este é o mais antigo e foi desenvolvido para simplificar os kanjis de origem chinesa que chegaram antes do começo da isolação cultural japonesa, que se manteve inflexível até o fim da Era Edo.

Estes caracteres, ao contrário dos kanji, não têm nenhum valor conceitual, senão unicamente fonético usado para representar onomatopeias, nomes científicos de plantas, animais e minerais, palavras e nomes estrangeiros, além de enfatizar certas expressões em textos. Graficamente apresentam uma forma angular e geométrica.

Tabela do Katakana

Está é uma tabela do katakana em conjunto com a romanização do Sistema Hepburn. Os Katakana com dakuten ou handakuten seguem o gojūon kana sem eles. Os caracteres em vermelho são obsoletos, e os caracteres em verde são adições modernas, usadas principalmente para representar sons de outras línguas. Aprender a ler katakana muitas vezes é complicada pelas semelhanças entre caracteres diferentes. Por exemplo, os shi シ e tsu ツ, bem como so ソ e n ン, parecem muito semelhantes escritos exceto pela inclinação e forma. (Essas diferenças em inclinação e forma são mais proeminentes quando escrito com um pincel.)

vogaisyōonsokuonア aイ iウ uエ eオ oャ yaュ yuョ yoカ kaキ kiクケ keコ koキャ kyaキュ kyuキョ kyoッカkkaッキkkiックkkuッケkkeッコkkoサ saシ shiスセ seソ soシャ shaシュ shuショ shoッサssaッシsshiッスssuッセsseッソssoタ taチ chiツテ teト toチャ chaチュ chuチョ choッタttaッチtchi (cchi)ッツttsuッテtteットttoナ naニ niヌネ neノ noニャ nyaニュ nyuニョ nyoハ haヒ hiフ fuヘ heホ hoヒャ hyaヒュ hyuヒョ hyoマ maミ miムメ meモ moミャmyaミュmyuミョmyoヤ yaユヨ yoラ raリ riル ruレ reロ roリャ ryaリュ ryuリョ ryoワ waヰヱヲ wo²ヰャヰュヰョン nガ gaギ giグguゲ geゴ goギャ gyaギュ gyuギョ gyoザ zaジ jiズzuゼ zeゾ zoジャ jaジュ juジョ joダ daヂ jiヅdzuデ deド doヂャ jaヂュ juヂョ joバ baビ biブbuベ beボ boビャ byaビュ byuビョ byoパ paピ piプpuペ peポ poピャ pyaピュ pyuピョ pyoッパppaッピppiップppuッぺppeッポppo(ユィ)(ユェ)(ヷ)ヴァ va(ヸ)ヴィ viヴvu(ヹ)ヴェ ve(ヺ)ヴャ vyaヴュ vyuヴョ vyoシェ sheジェ jeチェ che(スヮ) スァ swaスィ siスゥswuスェ sweスォswoスャ syaスュ syuスョ syo(ズヮ) ズァ zwaズィ ziズゥzwuズェ zweズォzwoズャ zyaズュ zyuズョ zyoツァ tsaツィ tsiツェ tseツォtsoテァ thaティ tiテゥthuテェ tyeテォthoテャ tyaテュ tyuテョ tyoデァ dhaディ diデゥdhuデェ dyeデォdhoデャ dyaデュ dyuデョ dyo(トヮ) トァ twaトィ twiトゥtuトェ tweトォtwo(ドヮ) ドァ dwaドィ dwiドゥduドェ dweドォdwoファ faフィ fiホゥhuフェ feフォ foフャ fyaフュ fyuフョ fyoリィryiリェ ryeウァ waウィ wiウゥwuウェ weウォwoウャ wyaウュ wyuウョ wyo(クヮ)クィ kwiクゥkwuクェ kweクォkwo(グヮ)グィ gwiグゥgwuグェ gweグォgwo(ムヮ) ムァ mwaムィ mwiムゥmwuムェ mweムォmwoヵpequeno kaヶpequeno ke31: Estes kanas foram introduzidos no sistema educacional em meados da Era Meiji, mas quase nunca são usados, eles são chamados de kanas obsoletos. [1] [2]: ヲ ("wo") soa da mesma forma que オ ("o"), mas é raramente usado, exceto quando o correspondente em hiragana tem que ser representado em todo o ambiente katakana.A versão katakana do kana wo, ヲ, é primariamemente usada, embora raramente, para representar a partícula を em katakana. A partícula é comumente pronunciada como o mesmo kana "o".: Este caractere é na verdade uma simplificação do kanji 箇, não um katakana.

Usos do Katakana

O katakana é usado para escrever nomes comuns e próprios de origem estrangeira, principalmente ocidental, onomatopéias, palavras técnicas, gírias e nomes científicos de plantas e animais. As onomatopéias escritas em katakana estão muito presentes na língua japonesa - nas histórias em quadrinhos (mangás), elas são frequentemente usadas para representar o som da chuva, palmas, socos.[2]

Escrever palavras originadas de outros idiomas,principalmente do francês e do inglês em tempos recentes.[carece de fontes] Por exemplo, "televisão" é escrito terebi, "television" (テレビ, terebi);Onomatopéias, por exemplo pinpon (ピンポン, pinpon), o "ding-dong", som de uma campainha;Usado para termos científicos como nomes de animais, plantas, minerais, entre outros;Enfatizar palavras. Por exemplo, é comum ver ココ koko (aqui), ゴミ gomi (lixo) ou メガネ megane (óculos).

Ortografia

Em katakana se representa uma vogal extensa a partir de um traço largo chamado chōon (ー na escrita horizontal, | na escrita vertical).

Se a palavra é japonesa, também pode-se formar as extensões de forma análoga a como se faz em hiragana:

Exemplos:

ミスター (misutaa, mister)スーパーマーケット (suupaamaaketto, do inglês supermarket, supermercado)ショーイチ (Shōichi, apesar de que se normalmente se escreveria em kanji ou hiragana).

Um pequeno tsu ッ chamado sokuon indica uma consoante geminada, que é representada em rōmaji dobrando a consoante seguinte. Por exemplo, cama é escrito em katakana com uma consoante geminada, ベッド (beddo), que se origina do inglêsbed. A pronúncia é feita criando uma pausa entre os kanas envolvidos na duplicação consonantal.

Nomes Comuns Transcritos

Alguns exemplos de transcrição de nomes próprios para o katakana:

Nome OriginalKatakanaRōmajiCássiaカッスィアKassiaEduardoエドゥアールドEduārudoGustavoグスタボ / グスタヴォGusutaboQuésiaケーズィアKēziaTiagoティアゴ / チアゴChiagoCarlosカルロスKarurosuWesleyウェズレイWezureiIgorイーゴルIigoru

Wikipédia.

Kuchisake Onna: A Lenda da Mulher da Boca Rasgada

A lenda de "Kuchisake Onna" ou Mulher da Boca Rasgada, conta a história de uma mulher que pergunta para suas vítimas se é bonita, e, ao obter a resposta, mata a pessoa. É a mais famosa lenda urbana do Japão!

Assombrados, atendendo a muitos pedidos trazemos um mega especial sobre a lenda urbana mais famosa do Japão e também uma das mais famosas aqui no Brasil. Neste post também trazemos para você o filme completo de onde são tiradas quase todas as fotos publicadas com a lenda aqui no Brasil :)

A Lenda

Nas proximidade de uma certa escola primária, durante o percurso de volta à casa, uma mulher vestida com um longo casaco vermelho aborda um estudante de tenra idade, perguntando:

-Você me acha bonita?

A mulher estava usando uma máscara contra gripe e mesmo assim, o estudante achou ela mais ou menos bonita e lhe respondeu:

-Sim, você é bonita.

De repente, a mulher remove sua máscara e torna a perguntar, agora aos gritos:

-Mesmo assim, você ainda me acha bonita?!

A mulher tinha a boca rasgada, com um corte de orelha a orelha e de dentro do seu casaco vermelho, ela saca uma foice e começa a perseguir o garoto.

O estudante morto de medo tenta fugir, mas a mulher corre inacreditavelmente rápido.

Ela alcançou o menino, prendeu ele com uma chave de braço, enfiou a lâmina da foice na sua boca e lhe fez um corte de orelha a orelha.

O texto acima é uma das versões mais conhecidas das numerosas variações da lenda urbana de "Kuchisake Onna" ou "A mulher da boca rasgada" a "lenda urbana-mor" do Japão que ao mesmo tempo, é a mais fundamental das lendas urbanas japonesas modernas.

A lenda de "Kuchisake Onna" trata sobre uma mulher que se converteu em um Youkai (duende, entidade, monstro), que se vinga perguntando para suas vítimas se é bonita, as quais ao lhe responder, são posteriormente assassinadas por ela.

Características 

- Muitos relatos convergem para um descrição em que a criatura usa um casaco vermelho, aparentemente, para não tomar um banho de sangue de suas vítimas.

- Há outros relatos em que ela é descrita usando roupa branca.

- Jovem, com aproximadamente 20 ou 25 anos.

- Enquanto usa máscara, é aparentemente bonita.

- Extremamente rápida percorrendo a distância de 100 metros em 6 segundos. Em outros relatos, calculam que seria capaz de percorrer essa distância em 3 segundos e ainda, um caso em que teria ultrapassado uma moto da polícia em alta velocidade.

- Geralmente usa uma foice de mão, mas há relatos contando que usaria uma navalha, uma tesoura, um podão de jardinagem ou até mesmo um machado.

Origem Moderna: O site umaibo, espinha dorsal deste artigo, destaca que a mais famosa origem moderna da lenda, seria a da província de Gifu, que teria causado surtos de histeria em escolas no mês de dezembro de 1978. Inicialmente, esta lenda urbana começou a tomar forma e se popularizar nos anos de 1979, 1980 (segundo um registro de um jornal local, a lenda teria se popularizado em dezembro de 1978).

Das várias versões para a origem da lenda, acredita-se que uma senhora da região de Minokamo, dedicada além do comum com a educação de seus filhos, tenha sido a modelo base da lenda na província de Gifu. Acredita-se também, que a lenda usou como base, os pais que não podiam enviar seus filhos à escola privada por questões econômicas na província de Aichi e proximidades.

 Os registros mais antigos apontam que em Mino Gujohan (Atualmente Vila de Yahata, cidade de Gujo, província de Gifu) no ano de 1754, agricultores se amotinaram contra um senhor feudal resultando em um massacre de camponeses, cujo ressentimento das vítimas, principalmente da aldeia de Hakuchou (Atualmente cidade de Gujo) onde houve o maior número de mortos, acabou por gerar um ser mítico e vingativo, moldando-se mais tarde na "lenda da mulher da boca rasgada".

No ano de 1745, após o período Edo e antes do período Meiji, ou seja, uma época em que ainda haviam Shoguns, houve o caso real de uma mulher chamada Otsuya da cidade de Shigaraki na província de Shiga, sendo apontada pela maioria das fontes como a origem dessa lenda.

Contam que essa mulher teria se preparado para realizar o ritual de maldição "Ushi no koku mairi, se vestindo de branco e segurando nos dentes, uma cenoura vermelha "Kintoki" em forma de meia-lua, que daria a impressão de que sua boca estaria rasgada. Alguém a teria testemunhado realizando o ritual maldito e como reza a sua regra máxima, a de matar qualquer testemunha, ela teria perseguido essa pessoa e matado-a. A história teria caído no esquecimento por vários anos e retornado na forma da "lenda da mulher da boca rasgada" no ano 53 da era Showa (1978).

A "Mulher misteriosa de Yoshiwara" do "Livro ilustrado de Saya Shigure" de autoria de Hayami shungyousai 

Apesar das suas origens antigas, não faltam novas versões e "releituras" por parte de alunos de escolas, autores de livros, mangás e internautas, até porque lendas assim caem no gosto dos jovens que adicionam novas "regras" ao mito. As versões mais populares distorcem ou ignoram completamente as suas origens de tempos feudais, adicionando um frescor moderno à mirabolante lenda.

Primeira versão: A mulher da boca rasgada seria a irmã caçula de três irmãs. As duas irmãs maiores teriam se submetido com sucesso à cirurgias plásticas, porém, apenas a cirurgia plástica dela, não teria dado certo. Durante a operação, o cirurgião plástico usava muita brilhantina no cabelo (produto chamado de "Pomado" no japão) e por esse motivo, ela detestaria esse produto e a simples menção da palavra "Pomado" seria suficiente para afastá-la.

 A irmã mais velha teria se submetido a uma cirurgia plástica que não deu certo. A irmã do meio se envolveu em um acidente e teve sua  boca rasgada e a caçula, em um acesso de loucura, teria rasgado a boca com as próprias mãos. Nessa versão as três irmãs possuem a boca rasgada.

 Ela teria rasgado a boca em um acidente por sua própria falta de atenção.

Como dito acima, na versão em que o médico emplastava os cabelos com brilhantina ("Pomado"), esse produto causaria ao monstro uma repulsa extrema. Por isso, bastaria gritar:  três vezes e sair correndo como se não houvesse amanhã para se ver livre do monstro.

Existe a versão em que o mostro perderia o foco enquanto se deliciaria com certos alimentos, permitindo a fuga nesse ínterim. O mais conhecido é o", um tipo de pirulito de açúcar queimado. Na época em que a lenda estava em voga, por volta da década de 1980, inúmeras crianças passaram a contrabandear nas escolas tais pirulitos, fato severamente punido pelos professores.

Com menor preferência, a criatura também teria um certo apreço por "Kuro ame", um tipo de bala preta de açúcar mascavo e pelo célebre pirulito espanhol Chupa Chups, massivamente comercializado no Japão.

No município de Kouriyama, província de Fukushima e na cidade de Hiratsuka, província de Kanagawa, houveram distúrbios, verdadeiras histerias coletivas, supostamente provocadas por uma entidade que estaria rondando às escolas chegando a envolver o acionamento de carros patrulha da polícia.

No final da década de 1980, na cidade de Kushiro, Hokkaidou, houve um acesso de pânico nos estudantes de uma escola, e estes debandaram espavoridos rumo as suas casas.

Em todo o país, houve a colagem de cartazes com instruções especiais nas escolas (no qual, tais cartazes de alerta, mantidos pelos próprios alunos, tinham a finalidade de informar, mas causavam muita reclamação pela sujeira nas escolas) e de alerta, semelhantes a cartazes de "procurado" da polícia japonesa.

Também em todo o país, houve o caso dos pirulitos contrabandeados pelos estudantes mencionado acima, se tornando um problema geral da nação, potencializado pela mídia na época. Por questões de disciplina, saúde e higiene, tais doces são proibidos na maioria das escolas, principalmente ao serem descartados em qualquer lugar gerando lixo.

Cartaz de advertência colado pelos alunos, semelhante aos da polícia.

A maquiagem de Miki Mizuno chamou tanta
a atenção que foi parar na capa de jornais- Kuchisake-onna Returns (2012). Clique aqui para ver completo no Youtube.

Produção de 2007, foi baseado em fatos reais, já que toma como base um incidente ocorrido em janeiro de 1979, na localidade rural de Yaotsu, município de Kamo, província de Gifu e noticiado pelos jornais da época que contaram como

A atriz Miki Mizuno foi tão bem caracterizada com maquiagem especial para o filme

Que foi parar nas primeiras páginas de jornais japoneses, ao passo que se tornou a imagem por excelência em incontáveis postagens pela web mundial sempre que o assunto trate deste tema. A atriz recebeu uma máscara de silicone, maquiagem, lentes de contato e peruca. Um dado curioso é que Miki Mizuno solicitou o papel da personagem do filme com veemência, quando a produção ainda estava no estágio de esboço. A imagem da bela mulher de olhos claros, cabelos negros e com a boca desfigurada, precede a atriz fazendo com que sua face se torne um dos rostos japoneses mais vistos e conhecidos de todos os tempos. A modesta produção cinematográfica, repercutiu ao trazer de volta um mito antigo, convertido em lenda urbana moderna e novamente causou um furor midiático notável em tempos recentes.

O que é Babymetal?

Babymetal (ベビーメタル, Bebīmetaru?), estilizado como , é um grupo japonês dos gêneros J-pop e metal, consistente de Su-metal(Suzuka Nakamoto), Yuimetal (Yui Mizuno) eMoametal (Moa Kikuchi), gerenciado pela agência de talentos Amuse. Babymetal foi formado em 28 de novembro de 2010 como um subgrupo do grupo idol Sakura Gakuin, sob o conceito de "a fusão de metal e idol", e lançou seu single de estreia independente "Doki Doki Morning" (2011), distribuído limitadamente em eventos ao vivo eonline. Durante o ano de 2012 o grupo lançou doissingles independentes; "Babymetal × Kiba of Akiba", um split em colaboração à banda de metal alternativo Kiba of Akiba, e "Head Bangya!!", primeiro single solo lançado pelo grupo. Em janeiro de 2013, Babymetal fez sua estreia maior com osingle "Ijime, Dame, Zettai", e mais tarde nesse ano veio a ser lançado o single "Megitsune", ambos adentrando entre os 10 mais vendidos durante a semana de lançamento, de acordo com a Oricon e entre os 20 de acordo com a Billboard Japan.
Babymetal conseguiu sucesso mundial após o lançamento de seu álbum de estreia, autointitulado(2014), alcançando o 4° lugar na parada semanal da Oricon, com 37 463 cópias vendidas na semana de seu lançamento, além de se tornar o álbum japonês mais vendido na América do Norte em 2014, estreando no 187° lugar na parada americana Billboard 200, tornando-as as artistas japonesas mais jovens entre os que já figuraram na parada supracitada. O álbum também alcançou o 1° lugar na parada World Albums, da Billboard, além de ser certificado com ouro no Japão, pela RIAJ, por ultrapassar 100 000 cópias enviadas às lojas.
Em janeiro de 2015, o grupo lançou suas apresentações na arena Nippon Budokan em formato de DVD/BD, Live at Budokan ~Red Night & Black Night Apocalypse~, além de lançar seu primeiro álbum ao vivo, Live at Budokan ~Red Night~. A versão BD de Live at Budokan ~Red Night & Black Night Apocalypse~ estreou em 1° lugar na parada semanal da Oricon, tornando-as as artistas mais jovens, com a média de idade de 15.7 anos, a realizar tal feito. O álbum ao vivo Live at Budokan ~Red Night~ alcançou o 3° lugar na parada semanal da Oricon, sendo o primeiro álbum ao vivo a alcançar o topo da parada semanal de álbuns da Oricon em 24 anos e 7 meses, precedido porShining Star, lançado pelo duo pop Wink em maio de 1990. Live at Budokan ~Red Night~ alcançou o 3° lugar na parada World Albums, da Billboard, enquanto seu álbum de estreia, Babymetal, continua na parada desde seu lançamento, fazendo com que dois trabalhos consecutivos do grupo figurem na parada. Também em 2015, Babymetal foi eleito pela revista Nikkei Entertainment um dos 20 gruposidol mais populares do ano no Japão, em sua lista anual; além de considerado o quarto artista japonês mais popular no Spotify, com um total de 30 100 seguidores, seguido de One Ok Rock, Joe Hisaishi e Ryuichi Sakamoto.
Fonte: Wikipédia

Yamato Nadeshiko – A beleza da mulher japonesa

Yamato Nadeshiko (大和撫子) é uma expressão que designa a “mulher ideal” ou a “beleza perfeita de uma mulher japonesa”. Yamato se refere a um antigo nome do Japão e Nadeshiko se refere a uma flor japonesa de mesmo nome (Dianthus superbus L.), que faz parte doAki no Nanakusa (秋の七草), ou seja, as “7 Flores de Outono”.

Yamato Nadeshiko tem um sentido bastante amplo, pois não se refere somente a beleza exterior e sim a uma série de atributos, que vai além de aspectos físicos, tais como elegância, educação, inteligência, dedicação e tudo mais que é valorizado na cultura japonesa.

Outras virtudes incluem: lealdade, habilidade doméstica, humildade, e sabedoria. Tais atributos reunidos em uma só mulher, que nasceu e foi criada dentro dos moldes da cultura japonesa a caracteriza como “Yamato Nadeshiko” (大和撫子), que seria em tese, a mulher dos sonhos de qualquer japonês.

Este termo se popularizou durante a 2ª Guerra Mundial, como uma propaganda nacional do governo japonês para descrever uma mulher doce como uma flor e ao mesmo tempo forte para suportar a vida ao lado de um soldado japonês e estar disposta a lutar e morrer por sua família e pelo seu país.

Hoje em dia, o papel da mulher japonesa na sociedademudou muito. A maioria trabalha fora, ao contrário de antigamente, quando viviam apenas para o marido e para os filhos. Mas isso as tornam ainda mais guerreiras, pois precisam buscar o equilíbrio em sua dupla jornada, ou seja trabalho e casa.

Para os japoneses, o quimono realça a beleza tradicional de uma mulher, e por isso, sempre que uma oportunidade aparece, a maioria das mulheres japonesas não pensam duas vezes em vestir um quimono. Creio que dessa forma, elas podem materializar um pouco esse sentimento de “Yamato Nadeshiko”, mesmo que seja apenas em festas ou dentro de um estúdio fotográfico.

Referências: Wikipedia

Curiosidades sobre a Katana, a espada Japonesa

A Katana, espada usada pelos samurais durante o período feudal japonês é sempre alvo de muita curiosidade. Neste artigo, resolvi reunir alguns mitos, lendas, fatos e curiosidades a respeito dessa incrível e lendária espada japonesa, criada quase 2 mil anos atrás.

Antes da espada Katana ter sido criada, os cavaleiros medievais japoneses utilizavam uma espada chamada “chokuto”, que era essencialmente uma versão reduzida de uma espada com lâmina reta. Com o desenvolvimento de técnicas de fabricação de espadas, o samurai passou a utilizar espadas curvas, surgindo assim a katana.

Por ser a mais emblemática dentre todas as armas de um samurai, a katana passou a exercer um certo fascínio no mundo ocidental. Com esse fascínio, surgiram também muitas histórias e lendas a seu respeito, nos quais muitas delas são na verdade apenas mito, pois não condizem com a realidade.

Algumas curiosidades sobre a Katana:

1. A Katana era a extensão da alma de um samurai

A katana era muito mais do que uma arma para umsamurai: era a extensão de seu corpo e de sua mente. Forjadas em seus detalhes cuidadosamente, desde a ponta, até a curvatura da lâmina, eram trabalhadas totalmente a mão. Assim, os samurais virtuosos e honrados faziam de sua espada, uma filosofia de vida.

Para o samurai, a espada não era apenas um instrumento de matar pessoas, mas sim uma forma de fazer a justiça e ajudar as pessoas. A espada ultrapassava seu sentido material; simbolicamente, era considerado como um instrumento capaz de “cortar” as impurezas da alma e da mente.

2. Não era a única arma de um samurai

Um samurai, usava várias armas além da katana, como a wakizashi, outra espada similar, porém com a lâmina mais curta. Essas duas espadas, que juntas chamavam-se “daisho”, eram as armas mais importantes de um samurai e representavam a sua honra e seu poder social e honra pessoal.

O Katana por ter a lâmina mais longa era usada para o combate aberto, enquanto que a wakizashi, por ser mais curta era usada mais para esfaquear ou decapitar seus adversários. Já o tantô, uma espada ainda menor era usada para a prática do seppuku, um ritual de suicídio comum na classe samurai.

Outra arma tradicional comum entre os samurais era o “yumi”, uma espécie de arco e flecha, hoje em dia visto em apresentações de Yabusame. Quando a pólvora foi introduzida no século 16, o samurai passou a utilizar canhões e armas de longa distância. Tanegashima, uma espécie de rifle foi uma das armas que mais se destacou entre os clãs samurai do Período Edo.

3. Eram feitas de forma artesanal

Antigamente, o processo de fabricação de uma katana era bem complexo por ser 100% artesanal. Isso explica porque essas espadas eram muito caras. São feitas com diferentes tipos de aço e durante o processo de aquecimento, as lâminas são cobertas com uma argila que isola a parte mais espessa.

Já a ponta da lâmina é aquecida ao mais alto grau (cerca de 800 °C). Durante o processo, a sujeira é retirada do aço e depois resfriado rapidamente para que o metal fique devidamente endurecido. A espada é então polida por um longo período (até três semanas) usando pedras específicas para esse fim.

No Japão ainda há artesãos que fazem espadas japonesas no estilo tradicional. Geralmente, as técnicas de fabricação tradicional são passados de geração pra geração. Se quiser conhecer o processo artesanal de fabricação de uma Katana, assista o documentário produzido pelo National Geographic:

Link do vídeo ( https://youtu.be/Ewh5rUfW1Q4 )

4. Cada lâmina tem um perfil único

A bainha de uma katana é chamada de “saya” e a parte onde se pega, o cabo, é chamado de “tsuba”, onde aparece detalhes ornamentais que permitem aderência chamados de “menuki”. “Habaki” seria a junção da lâmina com a tsuba e “fuchi” seria o círculo que fica próximo ao habaki.

Cada lâmina tem um perfil único, dependendo do tipo de fabricação. Muitas possuem o shinogi, uma saliência no meio da espada. Cada espada tem também tem uma ponta que pode se diferenciar uma da outra. Pode ser longa (okissaki), média (chukissaki), curta (kokissaki), ou virada para trás (ikuri-okissaki).

Algumas marcas na lâmina são puramente estéticas, com dizeres em kanji e gravuras gravadas retratando deuses, dragões e outros seres místicos, chamados de horimono. Existem ainda muitos Katana ornamentais, que tem o objetivo apenas de ser usado como peça decorativa em um ambiente.

5. Katana é uma forma de arte no Japão

No Japão, existem algumas escolas que ensinam a arte de ornamentar uma katana de forma artesanal. Apesar das espadas japonesas terem perdido espaço no campo de batalha com a utilização de armas de fogo de longo alcance, sua popularidade continua e são apreciadas como verdadeiras obras de arte.

6. Uma Katana é capaz de cortar qualquer coisa?

Muitas lendas dizem que uma espada samurai é capaz de cortar qualquer coisa, inclusive um lenço de seda que cai sobre sua lâmina. Na verdade, isso é mito pois para que isso fosse possível, a borda da espada teria que ser muito fina, o que a tornaria muito frágil a ponto de se quebrar facilmente.

Para um guerreiro samurai, uma katana afiada a ponto de cortar um lenço não seria nem um pouco prática e não teria muita serventia em uma batalha, afinal, suas vidas dependiam da durabilidade e qualidade de suas armas.

Outras histórias dizem que uma katana é capaz de atravessar uma armadura, mas na verdade, os samurais eram ensinados a atacar os pontos mais fracos do seu oponente durante os combates como articulações que ficavam de fora da armadura ao invés de atacar locais protegidos como capacete ou peitoral.

Também há quem diga que uma Katana pode cortar uma outra espada ao meio. Pode acontecer, embora seja muito difícil. Na verdade, qualquer espada de aço corre o risco de quebrar, dependendo do ângulo que for atingida.

7. Uma Katana é indestrutível?

Existe o mito de que uma espada japonesa é indestrutível, mas não podemos esquecer de que a katana, embora de uma qualidade impressionante, trata-se de artefato de metal e sendo assim, está sujeita ao desgaste natural decorrente do tempo ou do uso prolongado, assim como qualquer outra espada.

Como morar no Japão sem ser descendente

Muitas pessoas não-descendentes de japoneses gostariam de morar um dia no Japão. No entanto, precisam saber como funciona o mecanismo de entrada e permanência no país e conseguir um emprego que os ajude nesta empreitada. Com ajuda do site AulasdeJaponês vamos deixar alguns caminhos:

Como morar no Japão sem ser descendente?

Para os não-descendentes de japoneses, as regras para se viver no Japão são praticamente as mesmas aplicadas por quase todos os outros países.

É necessário tirar um visto que permita a pessoa ficar/morar no país. Os vistos mais comuns são: Visto de Curta Duração (até 90 dias), Visto de Estudante (2 anos, podendo ser renovado), Visto de Trabalho (1 a 3 anos, podendo ser renovado).

Acontece que você não pode simplesmente tirar o visto de trabalho, embarcar para o Japão e então procurar um emprego.

Para conseguir tirar este visto, é necessário que o emprego em terras japonesas já esteja garantido.

A empresa que irá “patrocinar” o seu visto cuidará da emissão do Certificado de Elegibilidade, documento emitido pelo Departamento de Imigração do Japão que atesta que você está apto a migrar para o país.

Uma coisa comum é ocorrer interesse da empresa em um profissional, seja ela de qual setor for, e com um visto de curta duração (turismo), este profissional vai até o país, realiza reuniões, entrevistas e acerto de contrato. Após todo o imbróglio de contratação e documentação necessária, o profissional recebe o visto para permanecer e trabalhar no Japão.

Como conseguir um trabalho no Japão?

Para conseguir um emprego no Japão, é necessário que haja qualificação. Não tem como escapar disso, uma das condições para conseguir o Certificado de Elegibilidade é que o trabalho se enquadre na lista de profissões qualificadas pré-determinadas pela imigração japonesa.

Veja algumas dicas para conseguir um trabalho no Japão:

Esteja disposto a tornar-se um profissional de alto calibre e insubstituível.Dedique-se também a aprender a língua japonesa e também o inglês.Comece a sondar as empresas japonesas de sua área de atuação, e que você teria interesse em trabalhar.Visite seus websites, veja quando elas abrem inscrições para processo seletivo e faça uma lista destas empresas.Pesquise quais conhecimentos você ainda precisa buscar e comece a fazer contatos o quanto antes.Tente também conhecer outros estrangeiros (sejam brasileiros ou não) que trabalham nestas condições (sem ser descendente) e busque entender como eles fizeram. O sucesso deixa pistas e você pode coletá-las!Fazer um intercâmbio e/ou pós-graduação também pode lhe ajudar a ficar no Japão, pois durante o período de estudos, é comum criar-se uma rede de contatos, que tendem a facilitar a entrada em uma grande empresa do país.Você pode concorrer a uma bolsa de estudos para o Japão ou se planejar para estudar por lá através de investimentos próprios.

Você pode conferir neste ( http://www.immi-moj.go.jp/english/tetuduki/kanri/shyorui/Table4.html ) uma lista de áreas que se qualificam para a emissão do Certificado de Elegibilidade e que consequentemente lhe permitem buscar oportunidades de trabalho para viver no Japão.
Boa sorte.
Leandro Kitsune.